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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mochi

Hoje é dia de culinaria!!! Sem duvidas, este é um dos aspectos da cultura japonesa que mais sucesso fazem no Brasil.



O Mochi é um bolinho feito de arroz glutinoso moído em pasta e depois moldado (aliais, os japoneses adoram tanto arroz que usam pra todo tipo de receita. Eu, que detesto arroz, não curto muito mochi). Embora seja consumido durante o ano todo, é comido tradicionalmente no Shogatsu (Ano Novo) e em ocasiões especiais como nos nascimentos e casamentos.
O doce é mole, e deve-se tomar cuidado ao comer. Há até mesmo casos de pessoas que morreram sufocados ao comer. O mochi pode ser grelhado, frito, cozido, e muito mais, existem varias variedades como o daifuku que é um mochi suave e redondo com um recheio de anko doce. O ichigo daifuku e um doce recheado com um morango inteiro, etc..

Aí vai uma receita que encontrei na web:


                                 
3 colheres de sopa cheias de farinha de trigo 


1 copo grande de água

1 colher de sopa de açúcar

2 colheres de sopa de araruta

Modo de fazer:
1. Dissolva em uma panela a farinha e o açúcar em água.


2. Leve-os ao fogo brando até cozinhar em ponto de angu.

3. Espalhe a araruta sobre uma mesa e deite a massa ainda quente. Amasse o mochi de leve, deixando-o totalmente coberto de araruta e faça bolinhas achatadas (como aqueles mochis que você compra prontos).



DICA: Fica uma delícia adicionado ao zenzai e outros pratos salgados e doces.
DICA 2: No ano-novo japonês é costume comer o mochi frito servido com um pouco de shoyu e açúcar.
Rendimento: 8 porções
Autor: Revista Nihon Ryoori

quarta-feira, 11 de agosto de 2010



Sumô é um esporte muito popular no Japão. Todos os seis torneios anuais são transmitidos ao vivo pela tv, podendo também serem assistido indo ao estádio, quase sempre lotado de fãs do esporte.

Este é um esporte profissional e seus lutadores são muito famosos e queridos pelos japoneses. Alguns, continuam fazendo sucesso mesmo depois de se aposentarem. Um exemplo disso é o do sumotori Konishiki, um havaiano que devido ao seu carisma, após se afastar do Sumo acabou virando apresentador de um programa infantil e garoto-propaganda de uma série de produtos, entre eles a rede de lojas de conveniências Lawson's.
Não há uma data certa do início deste esporte, mas acredita-se que tenha certamente mais de 2000 anos, aparecendo inicialmente como parte de rituais xintoístas de colheita.
Devido às suas origens, o Sumo é cercado por uma série de rituais que antecedem o início do torneio, bem como de cada luta. A mais impressionante é sem dúvida a do início do torneio, onde os yokozuna ( grandes campeões), vestindo uma roupa cerimonial, faz os movimentos de abertura de perna, elevando uma delas e batendo com o pé no chão. Em seguida, com as pernas afastadas ao máximo uma da outra, o sumotori começa lentamente a se levantar fazendo movimentos com os pés, até unir ambas as pernas. Um exemplo da tremenda força e elasticidade que esse esporte requer e que os sumotoris possuem.
Outro ritual é feito pelo juiz antes da luta para consagrar o ringue, despejando-se saquê sobre ele.
Há ainda aquele que o sumotori faz antes das lutas, jogando sal sobre o ringue, com o intuito de purificá-lo.Até os gestos e as posições assumidas antes das lutas fazem parte do ritual.


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Yukata


Yukata (浴衣) é uma vestimenta japonesa de verão. Geralmente pessoas usando yukatas são vistas nos festivais japoneses e nos festivais de fogos de artifícios (hanabi) e outros eventos tradicionais de verão. É uma forma casual de quimono e é frequentemente usado após o banho em hotéis tradicionais (ryokans) e em onsens. A palavra yukata significa literalmente roupa de banho.


Yukatas podem ser usados por homens, mulheres ou crianças. Aliais, em mangás e animes é quase certo ele aparecer nem que seja uma vez.



sábado, 7 de agosto de 2010

Gion matsuri



O Gion Matsuri, realizado todos os anos a partir de 01 de julho, é um dos três principais festivais de kyoto, juntamente com a Aoi Matsuri em maio e o Jidai Matsuri, em outubro.

O festival iniciou-se em 869. Na época havia uma forte epidemia vitimando os japoneses. O povo rezou para a divindade do santuário Yasaka, sessenta e seis alabardas estilizadas e decoradas, um para cada província no Japão antigo, foram preparados e montados no jardim Shinsen-en, junto com os santuários portáteis ( mikoshi ) de Yasaka Shrine e a doença acabou. Desde então, se tornou uma tradição




A parte mais bela do festival acontece é desfile de cerca de 30 carros alegóricos ao longo das principais ruas de Kyoto no dia 17. Cada carro, com dois andares e cerca de 6 metros de altura, é coberto com uma vara comprida em forma de lança. Adornado com um artesanato requintado, como tecidos tingidos e esculturas, estes carros são tão lindos que às vezes são descritos como "museus de arte móvel”.
Durante o desfile, as criança e os músicos tocando a flauta , tambores e sinos estão sentados no segundo nível dos carros alegóricos. Alguns carros alegóricos tem bonecos apoiados no segundo nível.



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Gueixas



Elas são muitas vezes confundidas com prostitutas de luxo pelos ocidentais. Mas a arte de ser uma gueixa é algo bem próprio dessa cultura milenar, e não envolve relações sexuais. É uma arte. Acho que nossa percepção equivocada é devido ao fato de se saber tão pouco sobre elas. Mesmo os próprios japoneses quase não têm contato com gueixas.
A palavra “gueixa” significa "pessoa que vive das artes”. Elas passam anos estudando as tradições japonesas e utilizam elementos artísticos para entreter seus convidados. Passam por anos de aprendizado duro, iniciados mais ou menos aos 13 anos. Se utilizam de versos,instrumentos musicais, contam histórias, conversam sobre diversos temas. Seu trabalho é oferecer aos seus clientes a fantasia da mulher perfeita, delicada, atentas e lisonjeiras. É claro, não é qualquer uma que pode ser cliente de uma gueixa, apenas políticos, lideres, empresários...
Nas épocas de recessão econômica, muitos pais vendiam suas filhas para as casas de gueixas (chamadas de okiya). Hoje em dia, as jovens escolhem se querem seguir esse caminho da mesma forma que optam por uma profissão.
Embora esses artistas sejam importantes para manter viva a tradição e a cultura japonesa, o número de gueixas diminuiu grandemente ao longo dos anos: no início do século passado havia cerca de 80 mil gueixas no Japão, hoje estima-se que existam apenas 2 mil.